Silencio
No silencio e no vazio da minha alma,
No cotidiano e o tédio de ficar em silêncio,
Na calma e no vazio das palavras vagas,
No olhar e no pezar de não ter visto,
No passo largo e na rua deserta,
No desespero e na pergunta que não quer calar:
Onde estou, e pra onde vou?
Porque não veio, e porque não me ouves?
E no silêncio profundo, mas com a alma cheia de esperanças ouço um ruído.
E com as mãos trêmula e desesperada me sinto frágil.
E no meio daquele silencio carrasco,
Vejo-me e alcanço.
Dando-me a certeza de que tudo é possível,
E por mais demorado que seja a vitória,
Ela chega!
Sorrisos e aplausos agora fazem parte de mim...
Madalena
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