Tento deixar sair de entre os dedos,
Aquele barulhinho,que no meio da noite
E entre os arbustos,sai espontâneamente,
Pequenos,mas mágico.
E com o olhar fixo ao passo,dei-te.
E nada e por nada surgiu, como aquele que quer.
Janelas se abriram.
Luzes acendera.
O calor do amanhecer enfureceu.
E nada e por nada ,deixo-te sem o néctar,
E aquele que, por outro tempo dormia acordou.
Calores,suores,ventos e tudo mais!
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